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quarta-feira, 27 de julho de 2016

Turquia ordena o fechamento de 45 jornais, 16 emissoras de TV e 23 estações de rádio

Um decreto publicado no Diário Oficial da Turquia ordena o fechamento de 45 jornais, 16 emissoras de TV e 23 estações de rádio, segundo notícia divulgada nesta quarta-feira (27) pela agência oficial Anadolu.
Mais cedo nesta quarta-feira (27), conforme reportado pela rede alemã "Deutsche Welle", as autoridades turcas emitiram mandados de prisão para 47 antigos executivos e jornalistas do jornal "Zaman", como parte da investida contra suspeitos de apoiar o clérigo islâmico Fethullah Gülen, que vive nos Estados Unidos e é acusado pelo governo de Recip Tayyip Erdogan de estar por trás da tentativa de golpe militar de 15 de julho na Turquia.
Militares Cento e quarenta e nove generais e almirantes foram destituídos por suposta participação no golpe fracassado, anunciou um funcionário de alto escalão do governo nesta quarta-feira.
"Foram destituídos por sua cumplicidade na tentativa de golpe de Estado", declarou a fonte à France Presse, destacando que são 87 oficiais superiores do Exército, 30 da Aeronáutica e 32 da Marinha.
Desde a tentativa de golpe, 178 generais foram colocados sob custódia, ou seja, metade dos generais e almirantes do Exército, de acordo com números divulgados pelo Ministério turco do Interior.
Esta semana, o grupo de defesa dos direitos humanos Anistia Internacional (AI) afirmou que há provas concretas de abusos e de uso de tortura na Turquia contra pessoas detidas depois da tentativa de golpe de Estado.
Algumas das pessoas estão sofrendo "espancamentos e torturas, incluindo estupros, em centro oficiais e não oficiais em todo o país", afirmou, em comunicado, a organização com sede em Londres.
Um decreto publicado no Diário Oficial da Turquia ordena o fechamento de 45 jornais, 16 emissoras de TV e 23 estações de rádio, segundo notícia divulgada nesta quarta-feira (27) pela agência oficial Anadolu.
Mais cedo nesta quarta-feira (27), conforme reportado pela rede alemã "Deutsche Welle", as autoridades turcas emitiram mandados de prisão para 47 antigos executivos e jornalistas do jornal "Zaman", como parte da investida contra suspeitos de apoiar o clérigo islâmico Fethullah Gülen, que vive nos Estados Unidos e é acusado pelo governo de Recip Tayyip Erdogan de estar por trás da tentativa de golpe militar de 15 de julho na Turquia.
Militares Cento e quarenta e nove generais e almirantes foram destituídos por suposta participação no golpe fracassado, anunciou um funcionário de alto escalão do governo nesta quarta-feira.
"Foram destituídos por sua cumplicidade na tentativa de golpe de Estado", declarou a fonte à France Presse, destacando que são 87 oficiais superiores do Exército, 30 da Aeronáutica e 32 da Marinha.
Desde a tentativa de golpe, 178 generais foram colocados sob custódia, ou seja, metade dos generais e almirantes do Exército, de acordo com números divulgados pelo Ministério turco do Interior.
Esta semana, o grupo de defesa dos direitos humanos Anistia Internacional (AI) afirmou que há provas concretas de abusos e de uso de tortura na Turquia contra pessoas detidas depois da tentativa de golpe de Estado.
Algumas das pessoas estão sofrendo "espancamentos e torturas, incluindo estupros, em centro oficiais e não oficiais em todo o país", afirmou, em comunicado, a organização com sede em Londres.
Dois dias após a tentativa do golpe militar, Erdogan disse que não deveria haver nenhum atraso no uso da pena capital no país.

Policlínica Granato clínicas populares


Paulo Granato tinha um futuro previsível. 
Médico fala de sua rede de clínicas populares, com três unidades, e dos planos de abrir mais 17 em quatro anos.
E o caminho natural do neto, que fez residência em patologia clínica no Hospital das Clínicas da USP, era manter a tradição familiar.
Mas ele optou por abrir uma clínica popular, a Policlínica Granato, que administra com a mãe.
“Devemos chegar a 20 até 2020”, diz o carioca de 36 anos.
A média mensal é de sete mil em São Conrado, 5.200 na Tijuca e 2.600 em Madureira.
Das 32 especialidades, as mais procuradas são ginecologia, clínica geral, oftalmologia, dermatologia, otorrino, cardiologia, psiquiatria e gastro.
O valor da consulta foi reajustado agora e passou para R$ 82.
O hemograma sai a R$ 15, o eletrocardiograma a R$ 55 e o ultrassom transvaginal a R$ 82.
“O paciente marca a consulta, muitas vezes para o mesmo dia, realiza o exame e faz o retorno, tudo no mesmo lugar”.
Em 2014, a clínica foi a primeira empresa carioca a ganhar o selo do Sistema B, dado para as que unem lucro e benefícios socioambientais.

sexta-feira, 22 de julho de 2016

Governo federal não vai patrocinar abertura da Olimpíada



Genebra - Faltando pouco mais de 20 dias para a abertura dos Jogos Olímpicos, as negociações para que o governo federal bancasse as festas de abertura e encerramento fracassaram e agora o Comitê Rio-2016 tenta fechar acordos para o fornecimento de energia e gasolina, como forma de evitar gastos.
O Comitê Organizador Rio-2016 confirmou que a ideia de uma participação do governo na abertura está "descartada" e também confirma a nova negociação para o fornecimento em outras áreas.
A incapacidade dos organizadores de registrar uma maior renda com venda de ingressos e com publicidade levaram os responsáveis no mês passado a buscar o governo federal para tentar que os gastos fossem cobertos com dinheiro público.
Uma das ideias era a de que estatais ligadas ao turismo bancassem a festa de abertura, orçada em cerca de R$ 280 milhões.
Mas a negociação fracassou. Os organizadores insistiram que não haveria como mudar a programação ou colocar publicidade, o que dificultou a busca de um argumento que pudesse justificar o gasto público.
A nova estratégia tem sido trocas de patrocínio por mercadoria.
Duas negociações têm sido conduzidas nos últimos dias: a busca pelo fornecimento de gasolina para os 4 mil carros usados no evento e o abastecimento de energia para a Vila Olímpica e para os locais de competição.
Desta forma, empresas como a Petrobrás poderiam entrar como patrocinadoras do evento. No COI, a entidade também antecipou pagamentos na esperança de ajudar a fechar as contas.
Tópicos: CombustíveisOlimpíada 2016Olimpíadas

Fonte http://exame.abril.com.br/brasil/noticias/governo-federal-nao-vai-patrocinar-cerimonia-de-abertura-da-olimpiada-do-rio

quinta-feira, 21 de julho de 2016

Política para Todos

OPERAÇÃO LAVA-JATO E MUDANÇAS NO FINANCIAMENTO ELEITORAL VÃO CAUSAR ENORMES TRANSFORMAÇÕES NAS ELEIÇÕES 2016
26 DE JUNHO DE 2016 ADMIN 2 COMENTÁRIOS


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Os candidatos nas eleições municipais irão experimentar os efeitos de uma nova forma de financiamento eleitoral, diminuído por não contar com as expressivas doações do mundo empresarial. Ainda não se sabe quais serão os resultados. A Operação Lava-Jato e a mudança na legislação provocaram grandes transformações na forma de financiamento eleitoral. Os candidatos terão de fazer frente às despesas de campanha de outras maneiras. Muitos não estão acostumados a isso.

Muitos estimas que os custos de campanha irão reduzir em 50% pois só poderão contar com o Fundo Partidário e as doações de pessoas físicas, uma forma de financiamento com pouca tradição no Brasil. Nas campanhas para vereador é possível que o famigerado Caixa2 seja mais usado que nunca antes.

“Este ano vai ser um deus nos acuda. Fornecedores vão diminuir muito seus custos. Vereador vai ter que usar muito papel e voluntário na rua. As campanhas serão menores, o programa eleitoral muito menor e mais contingenciado. O custo deve cair muito, para menos da metade da última eleição municipal. Os candidatos terão que se adaptar”, é a opinião do deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ).

As novas regras devem ter impacto imediato nas eleições de outubro deste ano. Os candidatos só poderão receber doações de pessoas físicas, podendo o doador desembolsar o limite de até 10% de sua renda no ano anterior. De qualquer modo, os candidatos não estariam livres de sofrerem influência nas campanhas, uma vez que ao invés da doação em nome da empresa o dinheiro poderá facilmente ser repassado pelos sócios-empresários.

No entanto, as campanhas também terão limite de gastos, podendo os candidatos em primeiro turno gastarem no máximo até 50% do maior gasto declarado para o mesmo cargo na eleição anterior.

Fonte : Brasil Eleitor